Fechaduras e dispositivos

A Roraima não o obriga a comprar a marca dela. Fala diretamente com os dispositivos compatíveis, que são os que se encontram em qualquer loja de eletrónica e muitas vezes também os que já tem em casa.

Corte de uma casa com fechadura, tomada, luz e portão ligados entre si
Fechaduras, tomadas, luzes, portões: o que já lá está pode tornar-se um serviço que vende.

O problema do costume

As plataformas que vendem também os aparelhos têm todas o mesmo defeito: para as usar tem de comprar a fechadura delas, o sensor delas, a assinatura delas. Se amanhã mudar de ideias, deita tudo fora.

A Roraima nasceu ao contrário. Os dispositivos escolhe-os você de entre os compatíveis, compra-os onde quiser, e ficam seus. A plataforma limita-se a comandá-los na altura certa e por conta da pessoa certa.

Com que aparelhos fala

Estas são as famílias de dispositivos compatíveis hoje. A lista atualizada, modelo a modelo, está no catálogo: se o seu não estiver lá, antes de o comprar convém perguntar.

Relés, tomadas e interruptores

Shelly, em todas as suas versões. Um relé atrás do botão transforma um portão ou uma porta num acesso que se comanda. O guia do Shelly para arrendamentos de curta duração mostra como se usam os Shelly no portão, nas luzes e no esquentador de uma casa arrendada.

Fechaduras com teclado

TTLock, Nuki, Tedee e igloohome. São as pensadas para o arrendamento: aceitam códigos numéricos com prazo, e o código fica escrito dentro da fechadura. Para a TTLock, a Nuki e a Tedee há um guia para cada uma, da ligação da fechadura até ao código que cada hóspede recebe.

Sensores e dispositivos Zigbee

Contactos de porta e de janela, temperatura, inundação, botões. Precisam de um hub Zigbee para se manterem ligados, e se o seu funciona com o Home Assistant, a Roraima lê-os a partir dele.

Instalações que já existem

Se já tem em casa um sistema de domótica a funcionar, a Roraima liga-se a ele e comanda os dispositivos compatíveis que lá encontra, sem desmontar nada.

Quatro quadros em fila: um relé, uma fechadura com teclado, um sensor e um hub
Quatro famílias de dispositivos compatíveis, um só painel de onde se comandam.

O código fica dentro da fechadura

Há uma diferença que conta mais do que parece. Algumas fechaduras só abrem se alguém, nalgum lado, lhes disser para abrir: se a ligação falta, ficam fechadas. As fechaduras com teclado, essas, guardam o código lá dentro: a Roraima escreve-lho com antecedência e, a partir daí, a fechadura sabe reconhecê-lo sozinha.

O resultado é que o hóspede entra mesmo que nesse momento a linha tenha caído, o router se tenha reiniciado ou o telemóvel não tenha rede. Para uma casa no campo ou um apartamento com Wi-Fi instável, isto não é um pormenor.

A ligação é precisa para mudar as coisas: escrever um código novo, retirar um, abrir à distância. Não para abrir com um código já entregue.

Um aparelho, muitas pessoas

O mesmo aparelho pode servir vários clientes em alturas diferentes sem que nenhum deles veja os outros. Cada um tem a sua autorização, com o seu início e o seu fim, e no painel vê apenas os comandos que lhe deu: talvez a porta e a luz, mas não o portão do armazém.

De cada ação fica registo: quem carregou, o quê, quando e de onde. Se um cliente disser que não conseguia entrar, não é a palavra dele contra a sua: vai-se ver.

Quantos se podem ligar

O número de dispositivos que pode registar depende do plano que escolher, e cresce com ele. Não há um limite por alojamento: se tiver três apartamentos com dois dispositivos cada um, são seis, e trata de todos na mesma página.

Se não quiser meter as mãos na massa

Montar um relé atrás de um botão ou trocar uma fechadura não é trabalho para toda a gente. No catálogo de instalação encontra os kits já montados e os instaladores que vêm instalá-los, com o preço escrito à partida.

Comece pelo que já tem

Antes de comprar seja o que for, veja o que já lá está: muitas vezes uma tomada inteligente ou um portão com motor chegam para começar.

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